Gestantes e puérperas surdas

Puerpério pode durar até 2 anos. São mudanças físicas e emocionais. O puerpério não é diferente na mulher surda. Pode sentir ansiedade, medo, insegurança, oscilações de humor, insônia e luto.

Neste caso, o luto nem sempre significa a morte de alguém. O “luto” também pode ser referente ao período de mudanças. “Luto” por não ter a mesma vida social de antes e a rotina diária também.

Dados:

20% das mulheres têm depressão pós-parto.

Pode começar na primeira semana e durar até 2 anos.

A depressão pós-parto uma tristeza profunda, falta de interesse inclusive no bebê, tem pensamentos negativos (até mesmo de morte) e insônia.

Além disso, pode ter tristeza materna (baby blues) e psicose puerperal.

80% das mulheres têm tristeza materna.

Dura de 15 a 30 dias após o parto.

No caso de baby blues, uma fragilidade com choro por qualquer motivo. Algumas podem ficar mais agressivas.

0,2% das mulheres têm psicose puerperal

A psicose puerperal é a perda do senso da realidade, delírios e alucinações. Algumas já têm algum antigo diagnóstico psiquiátrico.

Ana Célia Costa

Acadêmica de Fisioterapia e Estética

Jornalista (DRT 326)

Pilates para mulheres surdas

Como o Pilates pode contribuir com a saúde da mulher surda?

Concentração, controle, precisão, fluidez, centralização e respiração. Estes são os princípios do Método Pilates. Seus benefícios vão desde melhoria na qualidade do sono à melhoria na vida sexual. 

Agora, ao especificarmos o público, podemos pensar nos benefícios do Pilates para a mulher surda: 

  • Promove o condicionamento físico;
  • Melhora a consciência corporal e o equilíbrio; 
  • Alinhamento postural;
  • Melhora a flexibilidade e o alongamento; 
  • Melhora a vida sexual.

Segundo o estudo “O equilíbrio dos indivíduos portadores de deficiência auditiva” do curso de Fisioterapia, da Universidade de Passo Fundo (Rio Grande do Sul), 95% dos indivíduos surdos apresentaram falhas nos testes de equilíbrio estático. Ao associarmos este estudo com o que foi apresentado aqui é possível entender como o equilíbrio é um dos benefícios da prática do Pilates para a comunidade surda.  

“O estudo foi composto por 40 indivíduos de ambos os sexos, com idades entre 7 e 15 anos, sendo que 20 indivíduos são portadores de deficiência auditiva e 20 indivíduos não portadores de deficiência auditiva, todos provenientes da Escola Estadual da cidade de Passo Fundo.”

“As pessoas surdas possuem dificuldades. Está muito atrelado às estratégias que são necessárias para fazer o Pilates. Vamos trabalhando a questão do uso das mãos. No caso da respiração estou usando meu corpo para executar o sinal de expirar e respirar. O entendimento é de suma importância para que ela possa me copiar e que eu seja uma referência para ela (paciente)”, explicou a fisioterapeuta Dra Jorlúzia Alves durante palestra no segundo dia do Seminário Saúde da Mulher Surda, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). 

Questionada sobre a existência de alguma capacitação específica para profissionais da Fisioterapia no aprendizado dos sinais específico de Libras para o Método Pilates, Jorlúzia Alves informou: “Infelizmente não temos esses sinais próprios. Essas pesquisas precisam estar acontecendo.  Isso é algo histórico porque agora que as coisas estão acontecendo. São poucos profissionais e até agora eu sou a única que trabalha com a Fisioterapia e a surdez. Eu não conheço um curso específico dos sinais para o Pilates. É necessária essa disseminação, essa pesquisa de sinais. Mas é algo que nessa trajetória pode ser mudada”.

Ana Célia Costa

Acadêmica de Fisioterapia e Estética

Jornalista (DRT 326)

Saúde da Mulher Surda

A importância da comunicação com a paciente surda foi um dos destaques do primeiro dia do Seminário de Atenção à Saúde da Mulher Surda, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Muitas mulheres por uma questão cultural têm dificuldades de relatar, por exemplo, algumas questões íntimas na hora de uma consulta. Essa barreira pode ser ainda maior quando a mulher é surda e vai acompanhada de algum familiar para intermediar o atendimento.

“Uma vez uma mulher surda foi fazer ao ginecologista. Ela estava acompanhada de sua irmã. O médico não sabia Libras. Então, ele explicou tudo para a irmã. Avisou que ela tinha mioma e precisaria fazer determinado tratamento. Alertou que ela não poderia engravidar nesse período. A paciente não foi informada pela irmã que ocultou o alerta. Um tempo depois a paciente engravidou. Ao avisar a irmã que ela soube das orientações do médico. Então, teve outros problemas de saúde para tratar.” contou a professora da UESPI, Kelly Lemos. 

Os profissionais da saúde precisam aprender Libras para melhor atender os pacientes surdos e não depender de tradutores. No caso da mulher surda, a questão cultural, pode fazer com que ela inclusive tenha vergonha em relatar sintomas para o profissional da saúde, já que dependerá da tradução de algum familiar. A comunicação direta vai existir somente com a Libras.

A pessoa surda é um ser humano normal. Que tem vida sexual e tem curiosidades sobre sexualidade. Que pode ter questões envolvendo sua região íntima e não pode ter barreiras para informar isso. A mulher surda também tem o direito ao Plano de parto e ao pleno entendimento de como está sua saúde e do seu filho. Tem o direito de entender o que médicos e enfermeiros questionam e avisam. Ela tem direito de fazer fisioterapia durante a sua gestação e compreender tudo que o profissional Fisioterapeuta orienta.

Segundo a Constituição Federal de 1988, é assegurado a todos o acesso à informação. Da mesma forma como a SAÚDE está entre os direitos sociais de todos os cidadãos.

Dados

Conforme o IBGE (Censo 2010), há 10 milhões de brasileiros surdos. Destes, 29% são mulheres.

Ana Célia Costa

Acadêmica de Fisioterapia e Estética

Jornalista (DRT 326)

Abordagem Fisioterapêutica no Método Therasuit em pacientes com paralisia cerebral e Transtorno do Espectro Autista

A Fisioterapia em crianças com paralisia cerebral e Transtorno do Espectro Autista (TEA) proporciona que elas sejam reabilitadas para além das habilidades motoras. O programa de exercícios do método Therasuit promove também o fortalecimento muscular.

Veste Suit
Órtese dinâmica constituída de cordas elásticas (específicas e antialérgicas). “É uma veste patenteada. Vamos fazendo os ajustes conforme as necessidades dos pacientes para fazer os devidos movimentos.”, explicou a fisioterapeuta Dra. Beatriz Nunes.

Para quem é indicado?

Pessoas com paralisia cerebral, AVC, hipotonia (diminuição do tônus muscular) e atraso no desenvolvimento motor.

Para quem não é indicado?

Pessoas com degeneração articular, osteopenia (perda gradual de massa óssea) e perda de integridade estrutural.

HISTÓRICO

O método Therasuit foi criado, em 1992, por Richard e Izabela Koscielny, ambos são fisioterapeutas. Eles são pais de uma jovem com paralisia cerebral. É um método baseado na veste utilizada por astronautas. Foi realizada ampla pesquisa e após a comprovação por meio de resultados, veio a patente do método em 2002, em Michigan, Estados Unidos.

Saúde pública

O método Therasuit não está disponível no SUS. É acessível via contrato particular ou plano de saúde. Ainda sim, não se sabe se também será atingido pela decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Essa decisão foi favorável ao rol taxativo de cobertura dos planos de saúde.  O rol da ANS é básico e não contempla, por exemplo, alguns tipos de quimioterapia oral e de radioterapia, cirurgias com técnicas de robótica e outros tratamentos. Como o rol é taxativo, os planos ficam isentos da obrigação de bancar esses tratamentos.

Em fevereiro deste ano, a Defensoria Pública do Ceará garantiu o tratamento do método TheraSuit para criança com microcefalia e paralisia cerebral. Na época, o plano de saúde Unimed já havia negado o tratamento.

Ana Célia Costa

Acadêmica de Fisioterapia e Estética

Jornalista (DRT 326)

Campanha Dia dos Namorados

A campanha do Dia dos Namorados do e-commerce Presttention está no ar.

Há descontos incríveis de até 50%. Alguns dos produtos selecionados que fazem parte da campanha são da Widi Care e da Apse Cosmetics.

“Sentir é estar distraído”

Fernando Pessoa

O Presttention é uma empresa composta por um Portal de notícias sobre Saúde e Beleza. Também possui um e-commerce de beleza. A criadora é a Jornalista Ana Célia Costa (DRT 326), que também é acadêmica de Fisioterapia e Estética.

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Beauty no Peru

A beleza diversa também está presente no Peru. São diversos tons de pele e estilos que têm influência de povos tradicionais, da proximidade com o Oceano Pacífico, dos Andes e da Floresta Amazônica.

Lima é uma cidade cinza com poucas chuvas. Nas ruas, o estilo que predomina são as mulheres de cabelos pretos lisos e cumpridos. Roupas pretas e de cor cinza. O estilo colorido fica para os adereços turísticos.

Um fato curioso é que o produto da marca Kativa “Alisado brasileño” e “sin formol” também está presente nas prateleiras do Peru. Aqui no Presttention é possível ler a matéria sobre Beauty no Panamá que tem isso, além de outras informações. Ainda na área dos cosméticos, também são populares os produtos da Pantene e Seda.

MAQUIAGEM

Segundo uma especialista da MAC do Peru que não quis ter seu nome divulgado:

“Os tons nudes são os preferidos das peruanas. É um jeito de estar maquiada, mas sem parecer que realmente é maquiagem. Outro estilo que tem chamado a atenção também são os batons líquidos no tom vermelho. As peruanas gostam muito”.

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O Portal Presttention e o E-commerce de beleza tem a curadoria da Jornalista Ana Célia Costa (DRT 326), que também é acadêmica das faculdades de Fisioterapia e Estética.

Beauty no Panamá

A capital do Panamá também poderia ser a capital das marcas de beleza. Neste mês de maio, está sendo realizado o evento “La fórmula de la belleza”, no Shopping Multiplaza. São orientações dadas por especialistas das marcas Dior, Yves Saint Laurent, Estée Lauder, Biotherm, Clarins, Clinique e Guerlain.

Além das grandes marcas, também há muitas lojas com outras marcas de beleza mais acessíveis. Uma curiosidade são caixas de ovos com esponjas de maquiagens no tom cor de rosa. Também há muitas paletas de sombras com tema dos anos 20. A Fraiche também é uma marca bem popular com produtos para cabelos, pele e perfumes.

Nas lojas da Mac também é possível fazer aulas de maquiagem. O preço é de 35 dólares. A aplicação dos produtos custam 30 dólares.

Sobre os produtos para cabelos, também há um fato curioso. Em muitas lojas é vendido um produto para alisar cabelos com o aviso de que é um alisamento no estilo brasileiro. É um produto da marca Kativa “Alisado brasileño” e “sin formol”. Apesar do que é divulgado, não existe alisamento sem processo químico. Aqui no Presttention você pode ler sobre isso em outra matéria aqui. Trecho: “Isso quer dizer que não há escova “progressiva natural”. Se é natural, não irá alisar o cabelo.”

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Fisioterapia como tratamento para doença de Parkinson

A consulta inicial nos casos de Parkinson é fundamental. É importante explicar bem tanto para o paciente quanto familiares. É importante saber quem é o médico que está acompanhando, quais cirurgias o paciente já fez e como ele era antes da doença.

Nem todo paciente de Parkinson treme. Cerca de 60% têm dores no corpo e não consegue caminhar. Muitos têm ansiedade, depressão e intestino preso. O tratamento deve ser de 2 a 3 vezes na semana para começar a ter resultados.

Um dos tratamentos é por meio de videogames. Você sabia? O uso inclusive do Nintendo Wii para fazer alguns estímulos. O profissional de Fisioterapia pode mensurar a evolução através de gráficos. Evento da Uninassau Parangaba. Essas e outras informações foram passadas pelo Dr. Guilherme, em evento on-line do curso de Fisioterapia, da Uninassau Parangaba.

Outro alerta é que nem sempre a família sabe tudo sobre o paciente que tem Parkinson. Em alguns casos, é o cuidador que sabe mais. Em alguns casos, é somente um filho que cuida e os outros não convivem com o pai/mãe que tem Parkinson. A família é parte importante do tratamento de Fisioterapia.

Você não conseguir dar um passo é algo muito limitante. Um dos tratamentos de Parkinson com Fisioterapia é também via óculos de Realidade Virtual. Não é para todos os pacientes.

Ana Célia Costa

Jornalista (DRT 326)

Acadêmica de Fisioterapia e de Estética

Qual o músculo se usa para beijar e para piscar para o crush

Saiba que temos o músculo orbicular da boca. “Or” vem da palavra oral. Ninguém pode beijar ou fazer outras coisas sem ele.

Também temos o músculo orbicular do olho. Ele rodeia o olho. Esse músculo deixa você piscar para o crush ou fechar os olhos para os problemas. Ele é o responsável pelas pequenas rugas. Que rugas? O famoso “pé de galinha”.

E aí? Como anda o seu músculo orbicular?

Ana Célia Costa

Acadêmica da faculdade de Fisioterapia

8M2022

Muitas lutas para marcar o dia 8 de março. Antes da nossa geração, outras mulheres já lutaram bastante para que tivéssemos hoje essa possibilidade de votar, trabalhar e outros tantos direitos.

Direito de escolher o que queremos fazer! Sugiro ver o documentário “De la cuisine au parlement” dirigido por Stéphane Goël. Está disponível gratuitamente na plataforma da TV5Monde. Conta como essa luta para independência feminina não foi fácil inclusive na Suíça.

Há 50 anos as mulheres conquistaram o direito de votar e participar da política na Suíça. Isso foi o destaque da exposição ao ar livre ao lado do Lac Léman, em Gèneve, em outubro do ano passado e eu pude fotografar um pouco lá.

São incríveis registros de mulheres cis e trans. As fotografias também foram feitas por mulheres trans e não bináries. Eles ressaltam que hoje a luta envolve algo muito além.

Tem foto de senhoras idosas, meninas, enfim. Todxs que hoje podem participar da democracia graças a essa luta do passado.

No documentário eu vi algumas entrevistas com mulheres da época. Algumas diziam que elas não queriam os mesmos direitos que os homens e que também não queriam os mesmos deveres. Outras diziam que bastava o homem da casa votar para representa-las. Um absurdo né? Entretanto, até essa opinião era manipulada. Na mídia havia um terror de ação publicitária mostrando um berço vazio com criança caída no chão enquanto a mãe saía para votar. Vocês têm noção? Essa publicidade era em Francês e Alemão. Foi uma luta e tanto aqui.

Por fim, achei interessante a pergunta no cartaz da atual exposição: como é possível no atual monde alguns não conhecerem a diferença entre vulva e vagina??!

E aí, como diz a Emilly lá de Paris: “Le vagin c’est pas masculin!!”

Veja todas as mensagens das maravilhosas que toparam participar desta ação do Presttention:

Presttention!